The enigmatic meaning

Descobri ontem o trabalho da Alessandra Sanguinetti, fotógrafa americana/argentina e me apaixonei. Não sei muito sobre ela, mas resolvi postar imediatamente. Achei também uma mini entrevista que o pessoal do Garapa fez com ela ano passado. O nome desse ensaio é The adventures of Guile and Belinda and the enigmatic meaning of their dreams.


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Ativismo

Domingo a noite pós feriado, nada para se fazer, inicia-se o trabalho que nos faz ter certeza que sim, somos homo sapiens sapiens – o manuseio frenético do controle remoto, em busca de algo que preste. Foi assim que eu e minha mãe, resolvemos ver “Milk” dos Gus Van Sant dublado, no Telecine Pipoca. Não vou dizer que a atuação do Sean Penn beira a perfeição, porque na época todos comentaram. Nem vou me estender dizendo que pessoas que vestem a camisa do que acreditam são cada dia mais raras. Deixo aqui só minha sugestão para quem não viu, que veja! É um filmaço. Foi através do filme que conheci Danny Nicoletta. Fotógrafo americano, ativista gay, começou sua carreira na loja de Harvey Milk em São Francisco – Castro Camera.  Com a morte de Milk,  Nicoletta se ocupou não só com as causas gays, mas também em manter viva a memória do amigo assassinado de forma brutal. Ainda morador de São Francisco, é um dos fundadores do Frameline Film Festival e continua tendo seu trabalho voltado para o universo GLBT. Abaixo algumas fotos que gostei muito, principalmente a homenagem a Diane Arbus.


Até a Lua

Bom, conheci o William Kentridge quando estive em Porto Alegre pela penúltima vez. Tava rolando a Bienal do Mercosul de 2007 e ele tinha um lindo trabalho exposto. Do tipo, amei muito instantaneamente. Confesso que não fiz um milhão de buscas sobre o cara. Mas de fato nunca esqueci o trabalho dele. Fiz uma pesquisa básica (sempre gosto de saber a idade, de onde vem, pra onde vai, nome de pai e mãe, etc). Ele nasceu na África do Sul nos anos 50. Estudou artes em Paris, mas até hoje mora em Johannesburg.  O trabalho dele é em cima  de desenhos, colagens, performances e com isso faz vídeos numa linguagem meio low-fi. Acho que vendo os vídeos dá para entender bem. Selecionei dois. Journey to the moon foi o que eu vi na Bienal.

Bom, além disso achei mais dois vídeos legais. Tem um making of dele fazendo um trabalho e o outro é uma entrevista em que ele fala de um vídeo chamado The Nose que é baseado em um conto do Nikolai Gogol. Para terminar, uma entrevista dele (vou ser bem sincera e dizer que não li até o final, foi mais uma leitura dinâmica. Mas garanto que é interessante).